Saiu a notícia que muita gente esperava: a Marinha Mercante abre processo seletivo com 368 vagas para candidatos com nível médio completo. Se você já pesquisou como embarcar, como virar marinheiro ou como entrar no offshore, essa é exatamente a porta de entrada que costuma aparecer uma ou duas vezes por ano — e que a maioria das pessoas descobre tarde demais.
Abaixo, o resumo direto: quem contrata, o que é exigido, como se inscrever e o que estudar para não ficar de fora.
Quem é a Marinha Mercante e o que ela faz
A Marinha Mercante é a frota civil brasileira: navios de carga, porta-contêineres, petroleiros, rebocadores, embarcações de apoio marítimo (offshore), plataformas e embarcações de navegação interior. Ela não é a Marinha de Guerra — mas é a Marinha do Brasil, através das Capitanias dos Portos e dos Centros de Instrução, que forma e habilita os profissionais que trabalham nessas embarcações.
Na prática, isso significa: o profissional é formado por um curso oficial da Marinha, recebe uma Caderneta de Inscrição e Registro (CIR) e depois é contratado por empresas privadas — armadores, operadoras de offshore, empresas de rebocadores e praticagem. É por isso que quem se forma tem acesso a um mercado que paga bem e trabalha em escalas (por exemplo, 14x14, 28x28), com folga remunerada em terra.
Vagas abertas e requisitos
As 368 vagas divulgadas são para nível médio, destinadas à formação de aquaviários que atuarão embarcados. Os requisitos costumam seguir o mesmo padrão em todos os editais:
- Ensino médio completo (ou conclusão até a data da matrícula);
- Nacionalidade brasileira;
- Idade dentro da faixa prevista no edital — varia conforme o curso;
- Estar em dia com obrigações eleitorais e militares;
- Aptidão em inspeção de saúde (visão, audição, condição clínica geral);
- Aprovação no teste de aptidão física (TAF) e na prova escrita;
- Não ter antecedentes criminais impeditivos.
Atenção: número de vagas, faixa etária, cidades e datas são definidos no edital oficial e podem ser retificados durante o processo. Antes de pagar qualquer taxa, leia o edital publicado no site oficial da Marinha (Ensino Profissional Marítimo). Nunca pague inscrição por link recebido em grupo de WhatsApp.
Como se candidatar (passo a passo)
- Localize o edital oficial. Ele fica no portal do Ensino Profissional Marítimo e no site da Capitania/Centro de Instrução da sua região.
- Confira o Anexo A. É nele que estão os cursos, as vagas por cidade, os requisitos e o conteúdo programático da prova. Ler o anexo errado é o motivo número 1 de indeferimento.
- Faça a inscrição no prazo. Prazos são curtos — normalmente poucas semanas.
- Emita e pague a GRU. Pagamento fora do prazo ou com dados errados invalida a inscrição.
- Reúna a documentação. RG, CPF, certificado de conclusão do ensino médio, comprovante eleitoral e militar, comprovante de residência.
- Estude o conteúdo da prova. Português e Matemática de nível médio são a base na maior parte dos cursos de entrada.
- Prepare o físico. O TAF elimina muita gente boa que passou na escrita. Comece a treinar agora, não na semana da prova.
O que o PREPOM/NavegaGuia te dá para essas vagas
O PREPOM (Programa do Ensino Profissional Marítimo) é o documento anual que organiza todos os cursos de formação de aquaviários do país — CFAQ e CAAQ incluídos. É ele que diz quais cursos existem, onde são oferecidos, quantas vagas há e quais são os pré-requisitos de cada um. Concursos como esse, com 368 vagas, saem dentro dessa estrutura.
O problema é que o PREPOM é um documento técnico, com anexos e tabelas que confundem quem está começando. Muita gente perde a vaga não por falta de capacidade, mas por escolher o curso errado, ler a tabela errada ou descobrir o edital depois do prazo.
É exatamente aí que o NavegaGuia entra: traduzimos o PREPOM em linguagem de gente, mostramos qual curso combina com o seu perfil (convés, máquinas, câmara), o que cai na prova e como não cair nas armadilhas de inscrição.
Quer garantir uma das vagas na Marinha Mercante?
Baixe o Guia Gratuito do NavegaGuia e entenda de uma vez como funciona o PREPOM, qual curso escolher, o que cai na prova e como se inscrever sem errar no edital. É o mesmo caminho que já colocou centenas de brasileiros a bordo — e ele começa gratuito.
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